

Artigo 1: Indicadores financeiros X Indicadores não financeiros
A abordagem da problemática estimula reflexão intensa, como as empresas se relacionam com os indicadores financeiros, quais seriam os indicadores não financeiros mais utilizados pelas empresas atualmente, como a sociedade percebe estes indicadores; nos próximos parágrafos comentamos os assuntos.
As empresas e os indicadores financeiros - são para a maioria das empresas do mercado brasileiro referências para as decisões de crédito e comercialização de mercadoria e ou serviços, está análise de determina efetivamente o posicionamento da empresa A em relação à empresa B: somente vendo à vista para a empresa B, vendo 50% à vista 50% a prazo contra-apresentação, vendo a prazo de 28 / 56 / 84 dias. Este é o limite do crédito, X mil reais. Para valores acima do crédito somente à vista ou com uma avaliação de crédito mais apurada. A avaliação de crédito normalmente pede-se contrato social, CNPJ, boletas pagas, referência comercial, dentre outros documentos para cadastro e retira-se o SERASA, se houver um “NADA CONSTA” no “SERASA”, capital social equivalente com a comercialização, o crédito deste cliente está aprovado. A avaliação apurada envolve conhecimentos específicos para tratamento dos dados, onde, realiza-se a análise horizontal, análise vertical, análise por quocientes, dentre outras estas são as mais importantes. Nesta avaliação podemos emitir um parecer sobre a condição financeira-econômica atual da empresa, através de indicadores de liquidez, endividamento, estrutura e rentabilidade. Após o tratamento dos dados e apurando os índices formamos um relatório dando um parecer sobre os indicadores citados anteriormente, avaliando a empresa em questão.
Os indicadores não financeiros mais utilizados atualmente são – a metodologia BSC e Balanço Social, BSC (balanced scorecard) aborda a medição de indicadores que até então poderíamos considerar como intangíveis, por exemplo, a medição de erros de NF emitidas, que passavam despercebidas durante os complexos processos de operacionalização das empresas. A metodologia BSC atribui que devem ser medidos os todos os processos ou quaisquer que sejam valores ou índices que podem contribuir para a melhoria contínua da empresa. O Balanço Social já é adotado em alguns países como obrigatório para empresas que possuem quantidade de funcionários superior a 300, por exemplo, a França. No Brasil não é obrigatório, mas existe uma recomendação da CVM e da Bovespa para que as empresas divulguem o Balanço Social, aumenta a percepção de transparência dos stakeholders. O Balanço Social segue os padrões mundiais, os critérios podem ser visualizados no site http://www.balancosocial.org.br/ .
A percepção da sociedade dos indicadores financeiros – visualizam diretamente limites de crédito, poder de barganha, poder financeiro, poder de compra, bens materiais, dentre outros relacionados. Estes indicadores isolados sem a análise conforme descrita anteriormente simplesmente são uma informação, e muito incomodado reconheço a maioria da sociedade não consegue transformar os dados em informação e a informação em conhecimento, dando espaço a empresas que sabem disso e utilizam da boa fé das pessoas para acumularem riquezas. Já os indicadores não-financeiros são bem direcionados onde o BSC pode se transformar em uma formulação estratégica mais apurada pois trata os dados normalmente internos da empresa, mas, eficientemente consegue identificar a percepção negativa do cliente e desenvolve planos de ação para a melhora do indicador, onde a percepção do cliente após tratada começa a melhorar. O Balanço Social divulga as ações da empresa perante a sociedade, os envolvidos diretamente ou os beneficiários das ações da empresa percebem e conseguem emitir uma opinião.
Concluímos que a importância das empresas como o meio que ela vive é muito grande, todos são interdependentes e devem cobrar por direitos e cumprir as suas obrigações mediante a uma convivência social digna a todos.
Wilquey Caetano
Estudante de Administração de Empresas – UNA – Unidade Raja
Belo Horizonte, 10 de junho de 2008
wilquey@gmail.com
A abordagem da problemática estimula reflexão intensa, como as empresas se relacionam com os indicadores financeiros, quais seriam os indicadores não financeiros mais utilizados pelas empresas atualmente, como a sociedade percebe estes indicadores; nos próximos parágrafos comentamos os assuntos.
As empresas e os indicadores financeiros - são para a maioria das empresas do mercado brasileiro referências para as decisões de crédito e comercialização de mercadoria e ou serviços, está análise de determina efetivamente o posicionamento da empresa A em relação à empresa B: somente vendo à vista para a empresa B, vendo 50% à vista 50% a prazo contra-apresentação, vendo a prazo de 28 / 56 / 84 dias. Este é o limite do crédito, X mil reais. Para valores acima do crédito somente à vista ou com uma avaliação de crédito mais apurada. A avaliação de crédito normalmente pede-se contrato social, CNPJ, boletas pagas, referência comercial, dentre outros documentos para cadastro e retira-se o SERASA, se houver um “NADA CONSTA” no “SERASA”, capital social equivalente com a comercialização, o crédito deste cliente está aprovado. A avaliação apurada envolve conhecimentos específicos para tratamento dos dados, onde, realiza-se a análise horizontal, análise vertical, análise por quocientes, dentre outras estas são as mais importantes. Nesta avaliação podemos emitir um parecer sobre a condição financeira-econômica atual da empresa, através de indicadores de liquidez, endividamento, estrutura e rentabilidade. Após o tratamento dos dados e apurando os índices formamos um relatório dando um parecer sobre os indicadores citados anteriormente, avaliando a empresa em questão.
Os indicadores não financeiros mais utilizados atualmente são – a metodologia BSC e Balanço Social, BSC (balanced scorecard) aborda a medição de indicadores que até então poderíamos considerar como intangíveis, por exemplo, a medição de erros de NF emitidas, que passavam despercebidas durante os complexos processos de operacionalização das empresas. A metodologia BSC atribui que devem ser medidos os todos os processos ou quaisquer que sejam valores ou índices que podem contribuir para a melhoria contínua da empresa. O Balanço Social já é adotado em alguns países como obrigatório para empresas que possuem quantidade de funcionários superior a 300, por exemplo, a França. No Brasil não é obrigatório, mas existe uma recomendação da CVM e da Bovespa para que as empresas divulguem o Balanço Social, aumenta a percepção de transparência dos stakeholders. O Balanço Social segue os padrões mundiais, os critérios podem ser visualizados no site http://www.balancosocial.org.br/ .
A percepção da sociedade dos indicadores financeiros – visualizam diretamente limites de crédito, poder de barganha, poder financeiro, poder de compra, bens materiais, dentre outros relacionados. Estes indicadores isolados sem a análise conforme descrita anteriormente simplesmente são uma informação, e muito incomodado reconheço a maioria da sociedade não consegue transformar os dados em informação e a informação em conhecimento, dando espaço a empresas que sabem disso e utilizam da boa fé das pessoas para acumularem riquezas. Já os indicadores não-financeiros são bem direcionados onde o BSC pode se transformar em uma formulação estratégica mais apurada pois trata os dados normalmente internos da empresa, mas, eficientemente consegue identificar a percepção negativa do cliente e desenvolve planos de ação para a melhora do indicador, onde a percepção do cliente após tratada começa a melhorar. O Balanço Social divulga as ações da empresa perante a sociedade, os envolvidos diretamente ou os beneficiários das ações da empresa percebem e conseguem emitir uma opinião.
Concluímos que a importância das empresas como o meio que ela vive é muito grande, todos são interdependentes e devem cobrar por direitos e cumprir as suas obrigações mediante a uma convivência social digna a todos.
Wilquey Caetano
Estudante de Administração de Empresas – UNA – Unidade Raja
Belo Horizonte, 10 de junho de 2008
wilquey@gmail.com
Artigo 2: Case MacDonald’s
03 Junho 2008
Rede pagou R$ 1,5 milhão a auditores após mudança Folha de São Paulo - 3/6/2008 LEONARDO SOUZA
Dois dos principais executivos do McDonald's até meados de 2005, os ex-vice-presidentes no Brasil Eduardo Mortari e Jadir de Araújo disseram à Justiça que a matriz da rede de lanchonetes nos EUA sabia da contratação de lobistas para modificar regras tributárias no país em benefício da empresa, no caso conhecido como "venda de legislação" na Receita Federal.Conforme a Folha publicou em junho de 2005, a rede planejou e obteve alteração na legislação para recolher menos Imposto de Renda.
Para alcançar o objetivo desejado, ela contratou indiretamente os serviços dos então auditores fiscais Sandro Martins e Paulo Baltazar, demitidos da Receita há duas semanas pelo ministro Guido Mantega (Fazenda) como resultado da investigação sobre a "venda de legislação".
A empresa pagou R$ 4,45 milhões ao escritório de lobby de Brasília RPN, dos quais R$ 1,5 milhão à empresa dos dois auditores, a Martins Carneiro Consultoria, dias depois de a legislação ter sido alterada nos moldes pretendidos pelo McDonald's. O ato administrativo com a mudança foi assinado pelo então secretário da Receita, Everardo Maciel, que nega ter agido para beneficiar a cadeia de restaurantes.
Quando a Folha publicou as primeiras reportagens sobre o envolvimento do McDonald's no escândalo, a empresa negou que a matriz nos EUA tivesse conhecimento da contratação de lobistas ou de auditores da Receita. Pela versão da empresa, a contratação teria sido iniciativa isolada dos executivos no Brasil. Assim, Mortari e Marcel Fleischmann, ex-presidente no Brasil, foram demitidos por justa causa. Jadir teria sido forçado a pedir demissão. Mortari entrou com ação na Justiça do Trabalho contra o McDonald's.
Por meio de sua assessoria, o McDonald's informou que não iria comentar o assunto.
"Que a contratação da RPN não era segredo na reclamada [McDonald's]; que o depoente conversou com o sr. Eduardo Sanches [então presidente do McDonald's para a América Latina] sobre o assunto dedutibilidade de royalties tanto antes quanto após a contratação da RPN", disse Jadir, como testemunha de Mortari, em depoimento ao Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo.
Foi Jadir, na condição de vice-presidente-executivo no Brasil, que assinou o contrato com a RPN. "Que o sr. Eduardo Sanches tinha acesso e sabia do contrato, dos valores envolvidos e do objeto da contratação [...]. Que a reclamada possui auditoria interna e externa realizada pela Ernest Young, que reporta todas as verificações ao McDonald's Corporation, afirmando que, caso houvesse firmado tal contrato sem autorização, o fato seria do conhecimento da matriz americana", completou Jadir.
"Que o sr. Eduardo Sanches, no final do ano de 2000, através de uma conferência por telefone com o sr. Marcel Fleischmann [...], autorizou a contratação da RPN para tratar especificamente do assunto dedutibilidade de royalties, afirmando o depoente que estava na sala do sr. Marcel nesta oportunidade", disse Mortari no TRT.
O advogado de Mortari, José Augusto Rodrigues Júnior, afirmou que seu cliente tem provas de que a matriz sabia dos objetivos da contratação da RPN. Citou como exemplo troca de e-mails entre executivos da matriz tratando do tema.
Os R$ 4,45 milhões foram pagos pela cadeia de lanchonetes à RPN -cujo faturamento anual não passava de R$ 79 mil- em 8 de março de 2002, dez dias após a publicação, no "Diário Oficial" da União, do ato administrativo assinado por Everardo. Três dias depois, o R$ 1,5 milhão foi transferido para a consultoria dos auditores.
"Tenho a satisfação de comunicar uma excelente notícia que beneficiará a todos os franqueados: finalmente conseguimos uma posição da Receita Federal reconhecendo a dedutibilidade dos royalties [...]. Esse reconhecimento veio através de "ato declaratório interpretativo" [...] assinado pelo secretário da Receita Federal [Everardo Maciel]", escreveu Jadir exatamente no dia 11 de junho em comunicado aos franqueados da rede no país.
Quando o ato foi assinado pelo ex-secretário da Receita, Sandro Martins exercia o cargo de seu assessor especial no fisco, responsável por elaborar pareceres que embasavam as decisões de Everardo. Nessa época, Paulo Baltazar estava aposentado.
Essa sempre foi a tática dos dois -um ficava na Receita, e o outro, fora, trabalhando na Martins Carneiro. No fisco, eram chamados pelos colegas de "anfíbios" (ora trabalhavam para a Receita, ora para a iniciativa privada contra o fisco).
Segundo documentos obtidos pela Folha em 2005, o objetivo do McDonald's era permitir que os franqueados pudessem deduzir do Imposto de Renda até 5% dos valores pagos por royalty -daí Jadir e Mortari terem dito que ambos trataram com o então presidente do McDonald's para a América Latina a contratação da RPN para resolver a questão da "dedutibilidade de royalties".
Até então, o entendimento na Receita era que a dedução não poderia passar de 1%. Aqueles que deduziam valores acima desse percentual eram autuados pelo fisco. O ato assinado por Everardo passou a ser usado pelos franqueados para contestar as autuações.
Fonte: http://contabilidadefinanceira.blogspot.com/2008/06/mcdonalds-corrupo-e-tica.html
Artigo 3: ANÁLISE DE BALANÇOS E MODELOS CIENTÍFICOS EM CONTABILIDADE
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá
Dentre os vários critérios que existem para analisar balanços o que melhor pode oferecer opinião confiável é o fundamentado em modelos científicos.
A relação entre a realidade incorrida e os padrões teóricos, todavia, não deve estar limitada a um critério de simples comparação isolada, mas, sim de um vasto estudo de comportamentos entre componentes de sistemas de funções.
Razões e proporções devem ater-se ao regime sistemático, mas respeitando as interações e objetivando a entender o patrimônio sob o ângulo do holismo, ligado aos seus entornos.
Deve-se ainda considerar, como metodologia de aplicação de um modelo, a capacidade de variação, de acordo com a necessidade do exame.
É, ainda, recomendável que sempre se considere uma visão coerente com a finalidade da opinião a ser emitida, como decorrência da análise dos balanços.
Leia mais na fonte:
Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá
Dentre os vários critérios que existem para analisar balanços o que melhor pode oferecer opinião confiável é o fundamentado em modelos científicos.
A relação entre a realidade incorrida e os padrões teóricos, todavia, não deve estar limitada a um critério de simples comparação isolada, mas, sim de um vasto estudo de comportamentos entre componentes de sistemas de funções.
Razões e proporções devem ater-se ao regime sistemático, mas respeitando as interações e objetivando a entender o patrimônio sob o ângulo do holismo, ligado aos seus entornos.
Deve-se ainda considerar, como metodologia de aplicação de um modelo, a capacidade de variação, de acordo com a necessidade do exame.
É, ainda, recomendável que sempre se considere uma visão coerente com a finalidade da opinião a ser emitida, como decorrência da análise dos balanços.
Leia mais na fonte:
a) Glossário termos financeiros
Modelo de Analise um Balanço
Fonte: http://www.docstoc.com/docs/549409/ANALISE-DE-BALAN%C3%87O
Termos de Contabilidade
Fonte: http://www.interativainfo.com.br/acacio/aca_download.HTM
Indices Economicos financeiros FIESP
Fonte: http://www.fiesp.com.br/download/competitividade/glossario_indices.pdf
Glossário:
ANEXO 1
Glossário de Termos Financeiros
ATIVO - Fundo de valores que representa os investimentos ou aplicações do patrimônio ou Capital das empresas.
ATIVO CIRCULANTE - É aquele que reúne os valores suscetíveis de movimentação, tais como: dinheiro em caixa, em bancos, mercadorias, matérias-primas, títulos.
ATIVO PERMANENTE - É a parte do ativo que se destina ao uso; é aquele que fica de reserva sem intenção de venda ou alienação.
ATIVIDADE - São valores que representam os bens e os créditos da empresa.
BALANÇO PATRIMONIAL - É o balanço que incluí a demonstração do patrimônio através do Ativo (investimento) e do Passivo (origem dos investimentos).
CAPITAL CIRCULANTE - Sistema de bens que se consomem em um só ato de produção e que giram nas empresas, renovando-se constantemente. São exemplos: as matérias-primas que quando aplicadas transformam em mercadorias e, depois de vendidas, transformam em dinheiro ou em duplicatas a receber; o dinheiro em caixa ou em bancos, que quando aplicados transformam em outro tipo de bem; as duplicatas a receber que quando pagas transformam-se em dinheiro.
CUSTO FIXO - Gasto que se tem sempre dentro das mesmas medidas, independentemente do volume da produção. Ex.: Aluguéis, seguros, salários mensais, impostos.
CUSTO VARIÁVEL - É aquele que tem relação direta com o volume produzido; estes custos aumentam quando a produção aumenta. Ex.: Mão de Obra Direta, comissões de vendedores, compensações de seguro.
DÉFICIT- Quando a despesa supera a receita; é quando o Passivo é superior ao Ativo.
DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO - É a apuração contábil apresentada analiticamente através dos componentes. Por exemplo: as contas do exercício e a demonstração de lucros e perdas. As demonstrações de resultados podem ser do exercício ou de parte dele. É um quadro que analisa a apuração de lucro ou de perda, ou seja, receitas e custos.
DESPESAS FIXAS - Gastos que se tem sempre dentro das mesmas medidas, independentemente do volume da produção.
DESPESAS OPERACIONAIS - Gastos que dizem respeito diretamente à atividade da empresa, são necessárias para manter a fonte produtora do rendimento.
DESPESAS VARIÁVEIS - Gasto que oscila de acordo com a quantidade produzida.
DIAGRAMA DE RENTABILIDADE - Exposição gráfica que tem por objetivo demonstrar onde a linha dos valores dos custos dos produtos cruza com a linha dos valores das vendas. Tem por objetivo evidenciar o ponto de equilíbrio de uma empresa.
EXIGÍVEL - Grupo de contas que representam as dívidas de uma empresa ou de uma entidade.
FLUXO DE CAIXA - É o curso que no tempo traça o confronto entre recursos de recebimentos e os desembolsos por pagamentos e tem por finalidade conhecer o comportamento entre as entradas e saídas de dinheiro.
GIRO DE ESTOQUE - Repetição ou renovação do estoque; circulação dos valores do estoque.
LIQUIDEZ - É a capacidade de pagamento das dívidas; é o valor circulante capaz de ressarcir as dívidas; é o valor líquido disponível para investimentos, que pode ser transformado em dinheiro.
LIQUIDEZ SECA - É a relação entre a soma dos valores disponíveis mais os realizáveis, diminuindo-se 0 valor dos estoques e a soma das dívidas a curto prazo.
LUCRO BRUTO - É a diferença produzida pela comparação entre o preço de venda de um bem e o de seu custo de fabricação ou aquisição.
LUCRO LÍQUIDO - É o resultado obtido pela diferença entre todas as receitas e todo os custos do exercício; é o Lucro do Exercício.
LUCRO OPERACIONAL - Lucro líquido resultante das operações normais realizadas pela empresa.
PASSIVO - Parte do Balanço que representa as fontes ou proveniências dos valores que se acham espelhados no Ativo, ou seja, é o conjunto de dívidas ou de obrigações.
PASSIVO CIRCULANTE - É aquele exigível a curto prazo; é o valor das dívidas a curto prazo.
PATRIMÔNIO LÍQUIDO - É o valor resultante da diferença entre os valores do Ativo e as dívidas da Empresa.
PONTO DE EQUILÍBRIO - É o ponto onde se cruzam as linhas de receitas e custos no Diagrama de Rentabilidade.
RECEITA - É a recuperação dos investimentos; renda produzida por um bem patrimonial; parte positiva de um sistema de resultados; resultado de uma operação produtiva; provento ou remuneração por serviços.
RECEITA LÍQUIDA - É aquela que representa a diferença entre a receita bruta e as deduções; é a receita final.
RECEITA TOTAL - É a receita que representa todos os rendimentos da empresa, sem distinção de natureza.
SUPERÁVIT - É o excesso da Receita sobre a Despesa; é quando o ganho supera as despesas; é o Lucro.
VALOR REALIZÁVEL - Valor que, por sua natureza, tende a transformar-se em dinheiro, dentro de um prazo. É aquele pelo qual um bem será transformado em dinheiro; aquele valor que se consegue obter por um bem, em determinado momento.
Fonte: www.incubadorarevap.com.br/download/plano_neg_estrutura.doc
Modelo de Analise um Balanço
Fonte: http://www.docstoc.com/docs/549409/ANALISE-DE-BALAN%C3%87O
Termos de Contabilidade
Fonte: http://www.interativainfo.com.br/acacio/aca_download.HTM
Indices Economicos financeiros FIESP
Fonte: http://www.fiesp.com.br/download/competitividade/glossario_indices.pdf
Glossário:
ANEXO 1
Glossário de Termos Financeiros
ATIVO - Fundo de valores que representa os investimentos ou aplicações do patrimônio ou Capital das empresas.
ATIVO CIRCULANTE - É aquele que reúne os valores suscetíveis de movimentação, tais como: dinheiro em caixa, em bancos, mercadorias, matérias-primas, títulos.
ATIVO PERMANENTE - É a parte do ativo que se destina ao uso; é aquele que fica de reserva sem intenção de venda ou alienação.
ATIVIDADE - São valores que representam os bens e os créditos da empresa.
BALANÇO PATRIMONIAL - É o balanço que incluí a demonstração do patrimônio através do Ativo (investimento) e do Passivo (origem dos investimentos).
CAPITAL CIRCULANTE - Sistema de bens que se consomem em um só ato de produção e que giram nas empresas, renovando-se constantemente. São exemplos: as matérias-primas que quando aplicadas transformam em mercadorias e, depois de vendidas, transformam em dinheiro ou em duplicatas a receber; o dinheiro em caixa ou em bancos, que quando aplicados transformam em outro tipo de bem; as duplicatas a receber que quando pagas transformam-se em dinheiro.
CUSTO FIXO - Gasto que se tem sempre dentro das mesmas medidas, independentemente do volume da produção. Ex.: Aluguéis, seguros, salários mensais, impostos.
CUSTO VARIÁVEL - É aquele que tem relação direta com o volume produzido; estes custos aumentam quando a produção aumenta. Ex.: Mão de Obra Direta, comissões de vendedores, compensações de seguro.
DÉFICIT- Quando a despesa supera a receita; é quando o Passivo é superior ao Ativo.
DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO - É a apuração contábil apresentada analiticamente através dos componentes. Por exemplo: as contas do exercício e a demonstração de lucros e perdas. As demonstrações de resultados podem ser do exercício ou de parte dele. É um quadro que analisa a apuração de lucro ou de perda, ou seja, receitas e custos.
DESPESAS FIXAS - Gastos que se tem sempre dentro das mesmas medidas, independentemente do volume da produção.
DESPESAS OPERACIONAIS - Gastos que dizem respeito diretamente à atividade da empresa, são necessárias para manter a fonte produtora do rendimento.
DESPESAS VARIÁVEIS - Gasto que oscila de acordo com a quantidade produzida.
DIAGRAMA DE RENTABILIDADE - Exposição gráfica que tem por objetivo demonstrar onde a linha dos valores dos custos dos produtos cruza com a linha dos valores das vendas. Tem por objetivo evidenciar o ponto de equilíbrio de uma empresa.
EXIGÍVEL - Grupo de contas que representam as dívidas de uma empresa ou de uma entidade.
FLUXO DE CAIXA - É o curso que no tempo traça o confronto entre recursos de recebimentos e os desembolsos por pagamentos e tem por finalidade conhecer o comportamento entre as entradas e saídas de dinheiro.
GIRO DE ESTOQUE - Repetição ou renovação do estoque; circulação dos valores do estoque.
LIQUIDEZ - É a capacidade de pagamento das dívidas; é o valor circulante capaz de ressarcir as dívidas; é o valor líquido disponível para investimentos, que pode ser transformado em dinheiro.
LIQUIDEZ SECA - É a relação entre a soma dos valores disponíveis mais os realizáveis, diminuindo-se 0 valor dos estoques e a soma das dívidas a curto prazo.
LUCRO BRUTO - É a diferença produzida pela comparação entre o preço de venda de um bem e o de seu custo de fabricação ou aquisição.
LUCRO LÍQUIDO - É o resultado obtido pela diferença entre todas as receitas e todo os custos do exercício; é o Lucro do Exercício.
LUCRO OPERACIONAL - Lucro líquido resultante das operações normais realizadas pela empresa.
PASSIVO - Parte do Balanço que representa as fontes ou proveniências dos valores que se acham espelhados no Ativo, ou seja, é o conjunto de dívidas ou de obrigações.
PASSIVO CIRCULANTE - É aquele exigível a curto prazo; é o valor das dívidas a curto prazo.
PATRIMÔNIO LÍQUIDO - É o valor resultante da diferença entre os valores do Ativo e as dívidas da Empresa.
PONTO DE EQUILÍBRIO - É o ponto onde se cruzam as linhas de receitas e custos no Diagrama de Rentabilidade.
RECEITA - É a recuperação dos investimentos; renda produzida por um bem patrimonial; parte positiva de um sistema de resultados; resultado de uma operação produtiva; provento ou remuneração por serviços.
RECEITA LÍQUIDA - É aquela que representa a diferença entre a receita bruta e as deduções; é a receita final.
RECEITA TOTAL - É a receita que representa todos os rendimentos da empresa, sem distinção de natureza.
SUPERÁVIT - É o excesso da Receita sobre a Despesa; é quando o ganho supera as despesas; é o Lucro.
VALOR REALIZÁVEL - Valor que, por sua natureza, tende a transformar-se em dinheiro, dentro de um prazo. É aquele pelo qual um bem será transformado em dinheiro; aquele valor que se consegue obter por um bem, em determinado momento.
Fonte: www.incubadorarevap.com.br/download/plano_neg_estrutura.doc
Quadro Clínico
Fonte: Aulas Una – Administração de Empresas – Lecionando por Alexandre Bossi - Estrutura de Análise e Balanços.
Fonte: Aulas Una – Administração de Empresas – Lecionando por Alexandre Bossi - Estrutura de Análise e Balanços.
No ínicio do site.
Fonte: Prof. Alexandre Bossi Queiroz - queiroz@unizar.es Centro Universitário UNA
Obs.: A análise financeira é realizada através dos índices estáticos LIQUIDEZ, ENDIVIDAMENTO e ESTRUTURA. Para a análise econômica utilizamos os índices dinâmicos RENTABILIDADE e ATIVIDADE.
Obs.: A análise financeira é realizada através dos índices estáticos LIQUIDEZ, ENDIVIDAMENTO e ESTRUTURA. Para a análise econômica utilizamos os índices dinâmicos RENTABILIDADE e ATIVIDADE.
FAQ (Frequently Ask Questions)
QUESTIONÁRIO SOBRE ANÁLISE DE BALANÇOS
1. O que é análise de balanços?
R: A análise de balanços tem como objetivo principal transformar dados em informações para auxílio na tomada de decisão.
1. O que é análise de balanços?
R: A análise de balanços tem como objetivo principal transformar dados em informações para auxílio na tomada de decisão.
2. Qual a diferença entre dado e informação?
R: Dado é uma seqüência de símbolos quantificados ou qualificáveis (Alexandre Bossi).
Dado é todo aquele que por si só está definido. Ex. A empresa “Very Good S.A.” vendeu hoje dez milhões. O nome de um dos acionistas da “Very Good S.A.” é Fernando Melo.
Informação é uma abstração informal que representa algo significativo para alguém (Alexandre Bossi).
Informação é um conjunto de dados, quando tratados trazem formulações sobre o objeto estudado. Ex. A empresa “Very Good S.A.” vendeu hoje dez milhões, com uma margem de lucro de 5%. O nome de um dos acionistas da “Very Good S.A.” é Fernando Melo, ele é o acionista majoritário com 16% das ações preferenciais.
Dado é todo aquele que por si só está definido. Ex. A empresa “Very Good S.A.” vendeu hoje dez milhões. O nome de um dos acionistas da “Very Good S.A.” é Fernando Melo.
Informação é uma abstração informal que representa algo significativo para alguém (Alexandre Bossi).
Informação é um conjunto de dados, quando tratados trazem formulações sobre o objeto estudado. Ex. A empresa “Very Good S.A.” vendeu hoje dez milhões, com uma margem de lucro de 5%. O nome de um dos acionistas da “Very Good S.A.” é Fernando Melo, ele é o acionista majoritário com 16% das ações preferenciais.
3. Qual o papel do parecer da auditoria?
O parecer da auditoria tem como objetivo examinar o balanço patrimonial, demonstrativo dos resultados (DRE), demonstrações das origens e aplicações de recursos (DOAR), demonstrações das mutações do patrimônio líquido (DMPL), emitir uma opinião e verificar se estão de acordo com os princípios de contabilidade emanados da legislação societária.
O parecer da auditoria tem como objetivo examinar o balanço patrimonial, demonstrativo dos resultados (DRE), demonstrações das origens e aplicações de recursos (DOAR), demonstrações das mutações do patrimônio líquido (DMPL), emitir uma opinião e verificar se estão de acordo com os princípios de contabilidade emanados da legislação societária.
4. Que relação se pode estabelecer entre a Contabilidade e a Análise de Balanços?
A contabilidade é a parte onde fornece os dados para a realização da Análise de Balanços. Observando que quanto melhor for a qualidade dos dados da que são registrados pela contabilidade melhor será a qualidade da informação da Análise de Balanço.
A contabilidade é a parte onde fornece os dados para a realização da Análise de Balanços. Observando que quanto melhor for a qualidade dos dados da que são registrados pela contabilidade melhor será a qualidade da informação da Análise de Balanço.
5. Relacione os principais usuários da Análise de Balanços.
Temos como usuários principais os a própria empresa, dirigentes, administradores, instituições financeiras, fiscalização, fornecedores, concorrentes, governo, respectivamente. Eles utilizam normalmente para o auxílio na tomada de decisões, liberar crédito, monitoramento de metas, posicionamento no mercado (Market Share), dentre outros.
Temos como usuários principais os a própria empresa, dirigentes, administradores, instituições financeiras, fiscalização, fornecedores, concorrentes, governo, respectivamente. Eles utilizam normalmente para o auxílio na tomada de decisões, liberar crédito, monitoramento de metas, posicionamento no mercado (Market Share), dentre outros.
6. Quais as etapas básicas do processo de análise de balanços?
Escolha dos indicadores, comparação com os padrões, diagnósticos conclusões, tomada de deciões.
Escolha dos indicadores, comparação com os padrões, diagnósticos conclusões, tomada de deciões.
7. O que mostra a análise vertical?
A análise vertical ou análise de estrutura demonstra a importância de cada conta em relação à demonstração financeira a que pertence e, através da comparação com padrões do ramo ou com percentuais da própria empresa em anos anteriores, permite inferir se há itens fora das proporções normais.
A análise vertical ou análise de estrutura demonstra a importância de cada conta em relação à demonstração financeira a que pertence e, através da comparação com padrões do ramo ou com percentuais da própria empresa em anos anteriores, permite inferir se há itens fora das proporções normais.
8. O que mostra a análise horizontal?
A análise horizontal pode ser efetuada através do cálculo das variações em relação ao ano-base. Demonstra a evolução das contas.
A análise horizontal pode ser efetuada através do cálculo das variações em relação ao ano-base. Demonstra a evolução das contas.
9. O que mostra a análise por quocientes?
São os índices gerados pela divisão de dois dados. Demonstra a relação de quanto um está presente no outro.
São os índices gerados pela divisão de dois dados. Demonstra a relação de quanto um está presente no outro.
10. Qual a diferença entre Lucro Operacional e Lucro Líquido?
O Lucro operacional leva em conta somente as custos e despesas operacionais, já o lucro liquido é o valor apurado após todas receitas e despesas incluindo os impostos.
11. Qual a diferença entre uma análise econômica e uma análise financeira?
A analise financeira trabalha no campo estático, é um retrato da empresa, trata os dados e desenvolve indicadores no campo financeiro. A analise econômica é dinâmica trabalha com relações de dados da DRE e do Balanço Patrimonial.
12. Qual o produto final da Análise de Balanços?
Um parecer sobre a situação financeira e econômica da empresa.
13. Comente: “Análise de Balanços versus Contabilidade Criativa”.
14. Quais empresas são obrigadas a fazer a Análise de Balanços anual?
Nenhuma empresa é obrigada a fazer a Análise do Balanço.
15. Quanto vale o Capital Humano de uma empresa?
O capital humano é valorizado pelo mercado, quem estipula e comanda a flutuação é o mercado, é na verdade um bem intangível que está presente em todas as empresas, algumas com maior valor outras com menor valor.
16. O que é o Balanço Social?
O balanço social é um demonstrativo publicado anualmente pela empresa reunindo um conjunto de informações sobre os projetos, benefícios e ações sociais dirigidas aos empregados, investidores, analistas de mercado, acionistas e à comunidade. É também um instrumento estratégico para avaliar e multiplicar o exercício da responsabilidade social corporativa.
No balanço social a empresa mostra o que faz por seus profissionais, dependentes, colaboradores e comunidade, dando transparência às atividades que buscam melhorar a qualidade de vida para todos. Ou seja, sua função principal é tornar pública a responsabilidade social empresarial, construindo maiores vínculos entre a empresa, a sociedade e o meio ambiente.
O balanço social é uma ferramenta que, quando construída por múltiplos profissionais, tem a capacidade de explicitar e medir a preocupação da empresa com as pessoas e a vida no planeta.
Fonte: http://www.balancosocial.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=2
17. Qual a diferença entre Auditoria e Análise de Balanços?
Auditoria, consiste em um exame cuidadoso, sistemático e independente, cujo objetivo seja averiguar se as atividades desenvolvidas em determinada empresa ou setor estão de acordo com as disposições planejadas e/ou estabelecidas previamente, se estas foram implementadas com eficácia e se estão adequadas (em conformidade) à consecução dos objetivos
http://pt.wikipedia.org/wiki/Auditoria
Já a Analise de Balanço “consiste em comparar valores de determinadas operações e períodos de modo que se possa ter uma visão do passado, a fim de projetar” e planejar “o futuro”.
Fonte: Material didático Prof. Alexandre Bossi (Manual de Procedimentos para Micro Empresas – Sebrae)
18. O que é contabilidade gerencial?
A contabilidade gerencial utiliza os dados da DRE de maneira diferente, para analisar a situação econômica da empresa de outra forma, auxiliando na tomada de decisões.
19. O que são indicadores não financeiros? Qual sua importância?
Os indicadores não financeiros não são obrigatórios, podem contribuir para melhorar as percepções da empresa. Tais como BSC, Balanço Social, dentre outros.
20. Qual a diferença entre análise fundamentalista e análise gráfica?
A análise fundamentalista tem o objetivo de avaliar alternativas de investimentos a partir do processamento de informações obtidas juntos às empresas, partindo do entendimento da conjuntura macroeconômica e do panorama setorial nos quais a companhia se insere, passando pela análise retrospectiva de sãs demonstrações financeiras e estabelecendo previsões para o seu desempenho.
O Lucro operacional leva em conta somente as custos e despesas operacionais, já o lucro liquido é o valor apurado após todas receitas e despesas incluindo os impostos.
11. Qual a diferença entre uma análise econômica e uma análise financeira?
A analise financeira trabalha no campo estático, é um retrato da empresa, trata os dados e desenvolve indicadores no campo financeiro. A analise econômica é dinâmica trabalha com relações de dados da DRE e do Balanço Patrimonial.
12. Qual o produto final da Análise de Balanços?
Um parecer sobre a situação financeira e econômica da empresa.
13. Comente: “Análise de Balanços versus Contabilidade Criativa”.
14. Quais empresas são obrigadas a fazer a Análise de Balanços anual?
Nenhuma empresa é obrigada a fazer a Análise do Balanço.
15. Quanto vale o Capital Humano de uma empresa?
O capital humano é valorizado pelo mercado, quem estipula e comanda a flutuação é o mercado, é na verdade um bem intangível que está presente em todas as empresas, algumas com maior valor outras com menor valor.
16. O que é o Balanço Social?
O balanço social é um demonstrativo publicado anualmente pela empresa reunindo um conjunto de informações sobre os projetos, benefícios e ações sociais dirigidas aos empregados, investidores, analistas de mercado, acionistas e à comunidade. É também um instrumento estratégico para avaliar e multiplicar o exercício da responsabilidade social corporativa.
No balanço social a empresa mostra o que faz por seus profissionais, dependentes, colaboradores e comunidade, dando transparência às atividades que buscam melhorar a qualidade de vida para todos. Ou seja, sua função principal é tornar pública a responsabilidade social empresarial, construindo maiores vínculos entre a empresa, a sociedade e o meio ambiente.
O balanço social é uma ferramenta que, quando construída por múltiplos profissionais, tem a capacidade de explicitar e medir a preocupação da empresa com as pessoas e a vida no planeta.
Fonte: http://www.balancosocial.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=2
17. Qual a diferença entre Auditoria e Análise de Balanços?
Auditoria, consiste em um exame cuidadoso, sistemático e independente, cujo objetivo seja averiguar se as atividades desenvolvidas em determinada empresa ou setor estão de acordo com as disposições planejadas e/ou estabelecidas previamente, se estas foram implementadas com eficácia e se estão adequadas (em conformidade) à consecução dos objetivos
http://pt.wikipedia.org/wiki/Auditoria
Já a Analise de Balanço “consiste em comparar valores de determinadas operações e períodos de modo que se possa ter uma visão do passado, a fim de projetar” e planejar “o futuro”.
Fonte: Material didático Prof. Alexandre Bossi (Manual de Procedimentos para Micro Empresas – Sebrae)
18. O que é contabilidade gerencial?
A contabilidade gerencial utiliza os dados da DRE de maneira diferente, para analisar a situação econômica da empresa de outra forma, auxiliando na tomada de decisões.
19. O que são indicadores não financeiros? Qual sua importância?
Os indicadores não financeiros não são obrigatórios, podem contribuir para melhorar as percepções da empresa. Tais como BSC, Balanço Social, dentre outros.
20. Qual a diferença entre análise fundamentalista e análise gráfica?
A análise fundamentalista tem o objetivo de avaliar alternativas de investimentos a partir do processamento de informações obtidas juntos às empresas, partindo do entendimento da conjuntura macroeconômica e do panorama setorial nos quais a companhia se insere, passando pela análise retrospectiva de sãs demonstrações financeiras e estabelecendo previsões para o seu desempenho.
Exercício de EAB
Balanço
no ínicio do site
Solução no ínicio do site.
Sites interessantes:
http://analisedebalanco.blogspot.com/
http://www.crcba.org.br/boletim/artigos/analises_e_modelos_cientificos_em_contabilidade.pdf
http://www.bovespa.com.br
http://www.cvm.gov.br
http://www.ibracon.com.br
http://www.marion.pro.br
http://www.alexandrebossi.blogspot.com
http://www.balancosocial.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm
http://www.crcba.org.br/boletim/artigos/analises_e_modelos_cientificos_em_contabilidade.pdf
http://www.bovespa.com.br
http://www.cvm.gov.br
http://www.ibracon.com.br
http://www.marion.pro.br
http://www.alexandrebossi.blogspot.com
http://www.balancosocial.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm
Bibliografia Básica ( Prof. Alexandre Bossi )
CHING, Hong; MARQUES, Fernando; PRADO, Lucilene. Contabilidade e Finanças. São Paulo, Prentice Hall, 2003.
REIS, Arnaldo. Demonstrações Contábeis: estrutura e análise. São Paulo: Saraiva, 2003
MARION, José Carlos. Análise das Demonstrações Contábeis. São Paulo: Atlas, 2001.
REIS, Arnaldo. Demonstrações Contábeis: estrutura e análise. São Paulo: Saraiva, 2003
MARION, José Carlos. Análise das Demonstrações Contábeis. São Paulo: Atlas, 2001.